
A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido de soltura de um ex-funcionário do Grupo Bom Futuro, Welliton Gomes Dantas, preso desde novembro de 2025 por suspeita de participação em um esquema que desviou cerca de R$ 10 milhões da empresa.
O relator do caso, ministro Carlos Pires Brandão, destacou que não há ilegalidade manifesta na prisão preventiva e que a matéria ainda não foi analisada em definitivo pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT).
De acordo com a Polícia Civil, o esquema envolvia a emissão de notas fiscais falsas para transporte de gado, beneficiando uma transportadora ligada a Welliton Gomes Dantas. A fraude durou cerca de dois anos, e parte dos valores desviados foi aplicada em imóveis, veículos e investimentos pessoais.
O Grupo Bom Futuro, com sede em Cuiabá (MT), é uma das maiores empresas do agronegócio do país, reconhecida por sua produção e transporte de gado e presença consolidada no mercado nacional.